segunda-feira, 29 de março de 2010

Profissionalização da Arbitragem


Esse é um dos temas mais polêmicos relacionados ao futebol brasileiro.

Isso acontece principalmente quando o assunto é a qualidade do quadro de árbitros no Brasil.

Não exatamente pelo reconhecimento.

Até porque muitos dos profissionais do país são reconhecidos pela CBF e um número expressivo tem credenciamento pela FIFA.

De acordo com o site WorldReferee, são cerca de 15 árbitros brasileiros em atividade no quadro da maior e mais importante entidade futebolística.

Pelos números, a teoria da arbitragem parece boa.

Mas na prática, parece inversamente proporcional.

Entre os mais diversos exemplos, dois podem retratar o porquê a profissionalização aparenta ser o caminho mais justo do bom futebol.

O primeiro: A partida entre Fluminense X Palmeiras, no Maracanã, válido pela rodada do Campeonato Brasileiro 2009;

O árbitro gaúcho Carlos Eugênio Simon anulou um gol do atacante Obina (na ocasião, fazia parte do elenco alviverde) quando o jogo ainda estava no zero a zero, além do gol de Fred (Fluminense), aos 14´do 1º tempo, ter sido questionado. O placar final foi 1 a 0 para o time da casa.

Um caso clássico foi a final do Brasileirão 1995, entre Santos e Botafogo. Depois do empate do Santos, Resende também anulou o gol que desempataria o jogo e daria vitória ao Santos, o que acabou não acontecendo. A vitória foi do alvinegro carioca.

Veja a matéria feita para o programa Canção do Esporte (alunos de Jornalismo 2009/3º ano) na Agência Rádio Facos de Notícias, que discute a profissionalização da arbitragem. Na ocasião, seria feito o primeiro fórum de arbitragem para discutir a questão.

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